sábado, 5 de julho de 2014

Libertina

Sereia nativa
Como índia - não deusa
Naturalmente humana
Nata, da fonte

Dança comigo
Baila o braile da poesia
Canta para mim
O coro dos anjos ou seu grito de guerra
Humanamente natural
Não se deixa civilizar - se purifica
pelas próprias impurezas...

Alegre selvageria no ritmo de valsa
Exército de guerra dos contos de fada
De natureza selvagem
Selvageria nata

Tão sóbria quanto um cálice cheio
Nua como a alvorada
Libertina, liberta - exilada...