quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Uma rosa que foste, uma quimera

Cuido de ti como uma rosa
uma rosa que foste, uma quimera
a acalentar-me com espinhos e formosa
ser-me deusa, pose vil, uma megera...

Como enojas enfadares nesta cama?
E destes braços – moradia, acalentar...
os meus instintos se dizendo que me ama
ainda ousa – minha rosa – me deixar!...

Sou teu amor...patife...
Da tua alma...metade...
Dentro de ti tenho certeza:

Que és minha rosa! Como é triste...
sentir matar-me essa saudade
do cheiro das pétalas! - Da tua beleza...