sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Naquele último vagão de trem - onde marcam os encontros - pensava em você. Como eu posso te querer tanto? Quem é você? Não é injusto não saber o quanto você é importante para alguém que ainda não conhece? E não seria insano se eu te procurasse para dizer isso? Deixei o cotovelo bater contra parte da janela, e o sol ia sem se despedir de mim. Nos braços de um rapaz que se aprontava para sair, um livro de capa azul. Seu nome: "Siga seu coração". Sem mais.