segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Tento não ser doce, mas chega a ser estúpida a forma como seus olhos iluminados me atiram no chão.
Eu suplico: não sintam nada. Eu não mereço! Por favor, me deixem padecer no canto da rua, sozinha, e se eu estender a mão, só peço um tapa. Mas não sintam nada, e não serei obrigada a conviver com tanta culpa. Roubei a infelicidade e está aqui, abraçada e protegida, é só minha e de mais ninguém. Eu não nasci para o amor.