terça-feira, 14 de setembro de 2010

Acabo de ouvir sua voz no telefone. Não me soaram as mãos, mas deslizei tão lentamente para que você não me desse boa noite, eu só não queria que a conversa terminasse agora. É tão doce e delicada a forma como você tem agido comigo, que eu esbarro em você e começo a sorrir. A conversa acaba, estou sozinha. Olho para o telefone e vejo que não passou de poucos minutos. Eu deito na cama, encosto no travesseiro - abracei a saudade. Penso tanto em você...