terça-feira, 13 de julho de 2010

Versos meigos, flores e saudade

Ia fazendo uma poesia
De versos meigos, flores e saudade
Dizendo eu te amo, eu juraria
Ser essa minha maior verdade...

Se me deixas, amor, não sabes
Como rasgada e morta, ferida
Fico a esperar que voltes, que fales
Querendo-me na tua vida!

A manhã nascida, e a cama guardava
Testemunha das juras mal cumpridas
Mal sabes meu amor quando me olhava
Quantas palavras me deram ditas...

Diziam-me tudo, falavam-me nada
Era como o escorrer da madrugada
Debruçada em teu peito...chorando...

Eu, poeta, declaro a guerra
E se morrer apaixonada, tu me enterra
Sorrindo e dizendo: vou estar te amando...