domingo, 27 de junho de 2010

Saudade, saudade...

Saudade nunca é pontual. Estou aqui, bem dentro dos seus braços, seu corpo pulsa contra o meu e sua língua me suga para dentro de você. Quando minhas unhas chegam nas suas costas eu já sinto a sua falta. Nós já brincamos tanto de despedida, e meu coração não se acostuma com outro pensamento.
Pode ir, meu amor, não importa. Não vou mesmo me tirar de dentro de você. Vá pelo sol, pelo meio da rua. Tchau! Até logo na minha lembrança...