segunda-feira, 31 de maio de 2010

Meia noite e meias palavras

Você está mergulhando em um suspiro profundo e eu me ajoelho, rendida, aos seus olhos fechados. Aquele relógio arcaico na parede não envelhece mais do que meu semblante perturbado. Um barulho estrondoso: meia noite. E agora me restaram só meias palavras...

Esse congelamento das pernas que permeia na espinha me fez lembrar que era inverno. E aí? Não sei se cubro ou te descubro agora...