domingo, 30 de maio de 2010

Meia dose, obrigada

Entrou meio sem jeito – não que eu peça elegância - tão sutil quanto os lampejos daquela noite quente chovendo pela minha pele enquanto te olhava. No cumprimento um instante de êxtase, devorei a sua pele enquanto seguia borboletas desenfreadas pelo rastro do perfume. Meia dose, por favor. A noite de hoje está por vir na contramão e eu perco a cabeça, mas não perco você. Seu sorriso faz meu tipo. Adorei a tatuagem no braço. Então, quer namorar comigo? Sim ou não? Mais uma dose, mestre...

E o tempo que passa promete: não existem romances modernos...